
Uma vez que o contexto social facilita a aprendizagem de crianças com um desenvolvimento típico e que este é o aspecto mais crítico nas que têm PEA, constata-se que os défices sociais e comunicativos são áreas primordiais de intervenção.
-Apoiar a família na compreensão do autismo e das suas implicações;
-Fornecer educação apropriada e, se necessária, acomodação;
-Melhorar a socialização, a autonomia e a comunicação, permitindo a integração na comunidade e a aquisição da autonomia social, da escolaridade e da profissionalização;
-Tratar os comportamentos anormais e problemas médicos associados (por exemplo, epilepsia).
Em qualquer tratamento de uma perturbação, e neste caso em concreto, no manejo de autistas o tipo de intervenção mais adequado seria uma intervenção transdisciplinar, no entanto, ainda na grande maioria das instituições utiliza-se uma intervenção multidisciplinar/interdisciplinar. As bases do tratamento envolvem técnicas de mudança de comportamento, programas educacionais ou de trabalho e terapias de linguagem/comunicação.
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